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segunda-feira, 13 de março de 2017

Tornado devasta cidade na Serra Gaúcha

Um homem morreu e 1600 pessoas estão desabrigadas
 



. A prefeitura decretou estado de calamidade pública.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Acidentes comTuiuti e Tijuca deixou o carnaval triste RIO

Carnaval marcado por acidentes deixa disputa pelo título em segundo plano

O Carnaval de 2017 entra para a história de uma forma triste. Nunca a Passarela do Samba tinha sido palco de tantas cenas trágicas. 
Os acidentes com os carros alegóricos de Paraíso do Tuiuti e Unidos da Tijuca deixam o coração dos amantes da folia com uma ferida difícil de curar.
Pela primeira vez, o noticiário até a Quarta-feira de Cinzas não será dominado pela gostosa expectativa sobre qual escola será a grande campeã. Todos estarão preocupados com o estado de saúde das vítimas internadas após o atropelamento de domingo e dos componentes da Unidos da Tijuca.

Após a trágica ocorrência de domingo, o discurso dos dirigentes, tanto da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), quanto do Paraíso do Tuiuti, era construído em torno de uma palavra: fatalidade. Ou seja, algo que fugiria à ordem natural das coisas.
Não é mais possível que o problema do gigantismo dos carros alegóricos seja varrido para baixo do tapete. É hora de a comunidade do samba encarar de frente a questão. É hora de tentar entender o que ocorreu e promover as modificações necessárias.
O gigantismo dos carros alegóricos parece ser inevitável devido às dimensões da Sapucaí. Porém, o evento ocorrido durante o desfile da Unidos da Tijuca tem outra característica. A alegoria em questão não era tão grande. Porém, carregava um número expressivo de componentes fazendo coreografias – outro sintoma do Carnaval contemporâneo.


O desabamento do segundo carro alegórico da azul e amarela tem ainda outro aspecto, esse mais preocupante: em vez de se preocupar com o estado de saúde dos desfilantes, diretores estavam imbuídos da tarefa de colocar a alegoria na pista de desfiles a fim de não prejudicar a pontuação da escola. A reação da plateia do setor 1 foi imediata e enfática: uma chuva de latas de cerveja.


Todos sabem da importância do Carnaval para a economia do Rio de Janeiro e, principalmente dos interesses envolvidos, seja da emissora de TV que detém a exclusividade de transmissão, seja dos patrocinadores, agências de turismo e outros prestadores de serviço.
Porém, naquele momento, em que pessoas necessitavam de socorro médico, continuar o desfile era algo totalmente impensável. A disputa se tornou apenas um detalhe.
Faz-se necessária uma reflexão do que se tornou o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro. 
O aspecto visual predomina sobre os quesitos que dependem do canto, dança e habilidade de tocar instrumentos. Isso já é fato há mais de 40 anos. O crescimento desordenado dos carros alegóricos é prova viva desse processo. 

Porém, nada justifica que o desfile não tenha sido interrompido até que as pessoas fossem atendidas de forma digna. 
Que o relógio parasse e depois o desfile fosse retomado. É inacreditável a disputa insana de espaço entre bombeiros, socorristas e desfilantes. Que a lição seja aprendida para os próximos Carnavais.

Fonte: Anderson Baltar/UOL

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Acidente em carro da Paraíso do Tuiuti na Sapucaí RIO

Acidente em carro da Paraíso do Tuiuti deixa feridos na Sapucaí
Uma das três vítimas do acidente ocorrido durante o desfile da Paraíso do Tuiuti na Marquês de Sapucaí, na noite de domingo (26), está em estado grave e respira com a ajuda de aparelhos.

Segundo informações da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro, no total, três pacientes passaram por cirurgias durante a madrugada e seguem internadas.


Além da paciente mulher, em estado mais delicado, outra vítima está em recuperação pós-cirúrgica no Hospital Souza Aguiar, no centro do Rio, seu quadro, no entanto, é estável.

Outra paciente, internada no Hospital Miguel Couto, está consciente e também tem quadro estável. Os nomes das vítimas ainda não foram divulgados.

Pelo menos 20 pessoas, entre eles quatro jornalistas, saíram feriadas após serem atropeladas e prensadas contra uma grade da Marquês de Sapucaí por um carro alegórico logo no início do desfile. Os feridos estavam na lateral da pista do sambódromo e foram atendidos pelo Corpo de Bombeiros. Dezessete pessoas já receberam alta.

A alegoria, que pesa três toneladas e já havia apresentado problemas por causa da pista molhada pela chuva, perdeu o controle no início do desfile ao realizar uma manobra e acelerar subitamente em seguida, batendo em quem estava no chão. Chovia no momento do acidente.

?Após cruzar a passarela do samba, o carro alegórico da agremiação, o último a desfilar pela escola, estreante no Grupo Especial, foi posicionado em um dos cantos da dispersão, na praça da Apoteose. Policiais da 6ª DP da Polícia Civil, que investiga o acidente, realizaram a perícia, concluída apenas na manhã desta segunda-feira. Os condutores do veículo também serão interrogados.

Procurada pelo UOL, a Polícia Civil não se manifestou sobre a investigação.
O acidente

"Eu tenho que agradecer a Deus. Teve casos piores. Uma amiga teve fratura exposta na perna, a outra teve as duas pernas prensadas contra a grade. Eu fui derrubada e fui parar quase debaixo do carro alegórico", contou a jornalista Bárbara Campello em entrevista à rádio CBN. Ela sofreu escoriações no braço.

Para retirar algumas vítimas que ficaram presas na grade atingida, os bombeiros tiveram que serrar as ferragens. "Foi uma fatalidade", lamentou um porta-voz da Paraíso do Tuiuti à agência Efe.

"A parte da frente do carro, com as rodas malucas que estavam usando e com a chuva, começou a tender para o lado esquerdo. Quando foi para o outro lado, ele se desgovernou um pouquinho e começou a encostar nas pessoas", disse Elmo José, diretor da liga das escolas de samba do Rio.

Uma das vítimas do acidente é a fotógrafa do site Tititi do Samba Lucia Regina Melo, que teve fratura exposta na perna e traumatismo craniano leve. Ela havia sido internada no hospital Souza Aguiar, mas foi transferida para o Miguel Couto.
De acordo com o marido de uma das vítimas, que aparentemente quebrou o fêmur, a impressão foi de que o carro deu ré e pegou todos de surpresa. Segundo ele, as ambulâncias também demoraram para entrar na pista e atender os feridos.

Ao ver o carro alegórico desgovernado em sua direção, o fotógrafo Severino Silva decidiu pular a grade da Marquês de Sapucaí. "Eu vi o carro vindo, empurrando e prensando as pessoas na grade", disse Severino ao UOL. Ele conta que para escapar do acidente se lançou por cima da grade. "Eu queria subir no carro. Estava com medo de ser atingido no quadril".

Decorado com uma imensa figura de Carmen Miranda, a alegoria, que transportava cerca de 40 integrantes, também se chocou com a arquibancada e cabines de rádio no setor 1 do sambódromo. Com o impacto, alguns componentes da Paraíso do Tuiuti chegaram a cair de plataformas.

A confusão atrasou a entrada da escola seguinte, a Grande Rio, segunda da primeira noite de desfiles.

A escola divulgou uma nota oficial na madrugada desta segunda: "A Paraíso do Tuiuti lamenta profundamente o ocorrido durante o seu desfile na noite deste domingo de carnaval. A diretoria da escola manifesta o seu pesar e prontifica-se a prestar esclarecimentos assim que todas as causas do acidente forem apuradas. Esclarecemos que ofereceremos toda a assistência necessária às vítimas deste irreparável episódio. Informamos que a alegoria envolvida no acidente será ''periciada'' pela Polícia Civil".

A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) também se pronunciou, dizendo lamentar "profundamente o acidente ocorrido no início da noite deste domingo durante o desfile da Paraíso do Tuiutí". "A Liga se solidariza com as vítimas e seus familiares e informa que todas foram prontamente socorridas pelas equipes da Secretaria Municipal de Saúde, tendo sido algumas transferidas para hospitais da região", termina a nota.

*Com informações de Luna Vale e Bernardo Gentile, em colaboração para o UOL no Rio

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